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Saúde

Açougues e fiambrerias na mira da fiscalização

10/08/2017

 

A Secretaria Municipal da Saúde de Vacaria, através da Vigilância Sanitária e Comissão de Orçamento, Fiscalização e Controle da Câmara Municipal de Vacaria, reuniram os envolvidos na área do comércio para repassar orientações sobre as normativas pertinentes a açougues e fiambrerias.

 

Audiência Pública aconteceu nesta quarta – feira 09, no plenário da Câmara de Vereadores. Na oportunidade foi debatido o Decreto Estadual 23.430, que trata sobre a proibição da realização de atividades industriais tais como: Cura/Salga, Defumação, produção de carnes temperadas, produção de carne empanada e embutidos nestes estabelecimentos.
 

O objetivo é orientar nos aspectos de higiene, procedência, conservação e estrutura para evitar doenças transmitidas por alimentos.

O plenário da Câmara esteve praticamente lotado com a presença de donos de mercados e supermercados e funcionários que manipulam com produtos de origem animal. A reunião foi conduzida pelo presidente da Comissão de Orçamento da Câmara, Osvaldo Grigolo Junior. Teve a presença também de Silvandro Fonseca, diretor executivo da secretaria municipal da saúde, de Rosana Nery, enfermeira chefe da vigilância em saúde do município e de Michele Oliveira, médica veterinária da vigilância que explicou todas as mudanças que vão ocorrer em função das novas normas estaduais. Participaram também os vereadores, Marcelo Dondé, Vanessa Boeira e Rita Zamboni.

 

Os estabelecimentos passarão a ser fiscalizados com mais rigor a partir do segundo semestre de 2018. Foi dado um prazo até lá para que os comerciantes se adequem no que for necessário. Conforme Michele as restrições são principalmente em relação a manipulação de certos tipos de alimentos. Vai ser proibido vender produtos manipulados sem inspeção de um profissional técnico como pro exemplo: salames, queijos, carne moída, charque, carnes temperadas, linguiça campeira, entre outros.

 

Várias dúvidas foram sanadas durante o encontro, porém até as normas entrarem efetivamente em vigor, os comerciantes terão que se adequar instalando micro indústrias dentro de seus estabelecimentos para manipulação e fracionamento desses alimentos.

 

Fonte:Miro Santos/Rádio Esmeralda

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