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Cinema

Disney não planeja live-actions de animações produzidas depois do ano 2000

22/03/2017

"A Bela e Fera", remake de um dos clássicos de animação da Disney, chegou às telonas quebrando recordes. O filme arrecadou mais de 170 milhões de dólares no fim de semana de estreia (17 a 19 de março), tendo a melhor marca de março até hoje no cinema dos Estados Unidos. O sucesso superou as expectativas do próprio estúdio e, para além da qualidade técnica e do elenco, se dá pelo formato da produção: um live-action, isto é, encenado por atores reais, ao contrário das animações.

 

Essa tendência começou há sete anos, com uma regravação de "Alice do País das Maravilhas" estrelada por Mia Wasikowska. Desde então, mais três produções no estilo foram feitas e tiveram boa recepção do público: "Cinderella", "Malévola" e "Mogli: O Menino Lobo". Apesar do êxito que esses filmes têm obtido, Sean Bailey, presidente de Produção Cinematográfica do Walt Disney Studios, afirma que a empresa não planeja live-action de animações recentes, como "Frozen", "Moana" e "Valente". Em entrevista ao site Vulture, ele disse que os executivos não querem trabalhar em "nada que tenha origem nas animações atuais".

 

 

A ideia principal é "reciclar" as obras mais antigas para que elas tenham um caráter mais universalista e possam ser passadas para diferentes gerações. Assim, serão trabalhadas apenas histórias clássicas, renovando o interesse do público e da crítica nos filmes. Por isso, Bailey indica que há uma política não oficial que impede que filmes produzidos depois do Renascimento da Disney - período entre 1989 e 2000, em que os esúdios voltaram a fazer filmes de animação de grande sucesso -, sejam adaptados para o formato.

 

Bailey também lembra que os live-actions começaram na época em que a Disney comprou a Marvel. "Nós pensamos: 'se o Homem de Ferro, Thor e o Capitão América são super-heróis da Marvel, então talvez Alice, Cinderela, Mogli e a Bela são os nossos, e Cruella e Malévola são nossas supervilãs", lembrou. "Talvez, se houver uma maneira de se reconectar com essa afinidade que esses personagens significam para as pessoas de uma forma que escalemos os melhores talentos e usemos a melhor tecnologia, isso pode se tornar algo realmente emocionante. Isso é muito Disney!", comentou.

 

Sobre a produção desses remakes, como se é preciso seguir o roteiro original, a decisão é feita caso a caso. Em "Cinderella", Bailey sabia que eles tinham que ter a cena do baile, um "grande momento." Já em "A Bela e a Fera" era necessário tocar os hits: "É como quando você vai ver sua banda favorita, eles tocam coisas novas e você gosta, mas fica pensando onde está 'Jumpin’ Jack Flash' e 'Satisfaction' (músicas do Rolling Stones). Estamos tentando fazer esse equilíbrio”, concluiu.

Fonte:http://correiodopovo.com.br/ArteAgenda/Variedades/Cinema/2017/03/613087/Disney-nao-planeja-liveactions-de-animacoes-produzidas-depois-do-ano-2000

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