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Gravidade de estrela morta deixa asteróide em pedaços

09/01/2009
A Nasa, agência espacial americana, divulgou nesta sexta-feira em seu site a imagem de um asteróide sendo destruído ao passar próximo de uma estrela morta, conhecida como "anã branca". Ao vagar algumas vezes nas proximidades de estrelas, o asteróide é atingido pela gravidade destes astros, ficando em pedaços. A concepção artística do movimento foi feita por meio de imagens captadas pelo espectrógrafo infravermelho do telescópio espacial Spitzer durante um estudo detalhado sobre as estrelas mortas. Para os cientistas, as "anãs brancas" podem abrigar pistas sobre a evolução dos planetas, especialmente da Terra, pois estão cobertas por restos de asteróides que contêm os materiais a partir dos quais foram formados os planetas. Quando uma estrela como o Sol se aproxima do fim da vida, se transforma em um gigante candente que consome os planetas próximos e altera a órbita dos asteróides e planetas externos. No fim, essa estrela encolhe e se converte no que os astrônomos chamam de "anã branca". Os planetas se formam quando o pó que gira em torno de estrelas jovens se une, deixando os asteróides como material restante ao final do processo. O Spitzer estabeleceu a constituição mineral de oito sistemas observados, analisando vestígios de asteróides em torno das "anãs brancas". O telescópio descobriu que a poeira contém materiais de silício similares à olivina, encontrada em muitas regiões da Terra. Os dados obtidos também sugerem que não há carbono nesses escombros rochosos, como outros asteróides e planetas rochosos do sistema solar que mostram poucos sinais desse elemento, informou em comunicado esta semana o Laboratório de Propulsão a Jato (JPL, na sigla em inglês) da Nasa. De acordo com o departamento, os testes indicam até agora que os materiais que formam a Terra e outros corpos rochosos do sistema solar poderiam ser muito comuns no universo. Os resultados foram apresentados na Sociedade Astronômica dos Estados Unidos.
Fonte:Terra

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