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Após temporal, segunda-feira começa com 163 mil clientes sem luz no Estado

22/12/2014
Iniciada no final da tarde de sábado, a chuva provocada pelo encontro de três fenômenos — frente fria, calor e sistema de baixa pressão — ainda deixa consequências no Estado. Às 6h30min deste domingo, pelo menos 163 mil clientes permaneciam sem energia elétrica e um balanço parcial da Defesa Civil indica que quase mil casas foram destelhadas. No momento de pico da falta de luz, mais de 700 mil imóveis ficaram sem luz. Na área de concessão da AES Sul, o total caiu para 120 mil no final da noite, para 12 mil na região da CEEE e para 31 mil na da RGE. A previsão da CEEE é de estabelecer a energia até o meio-dia. Já a AES Sul afirma que não tem como prever quando a energia será restabelecida para os consumidores. As equipes continuam trabalhando para restabelecer a luz durante a madrugada, embora com menos funcionários, mas não têm previsão de normalizar o serviço. Um novo balanço só deve ser divulgado no início da manhã desta segunda-feira. As regiões Metropolitana, Central e a Fronteira Oeste foram as mais atingidas. Em Esteio, na Região Metropolitana, a Defesa Civil municipal estima que cerca de 300 residências tenham sido atingidas. Parte da cidade ainda está sem luz e água. O Parque de Exposições Assis Brasil teve cerca de 70% da estrutura destruída e cinco escolas foram danificadas pelo temporal. Em Santana do Livramento, o vendaval deixou mais de 300 residências destelhadas e o pronto-atendimento e a enfermaria do Hospital Santa Casa foram destelhados e alagados, o que motivou o fechamento das unidades. Além disso, o vento, que teria chegado a 126 km/h, às 15h de sábado, provocou a queda de oito torres do parque eólico da Eletrosul. São Luiz Gonzaga, nas Missões, teve o maior acumulado registrado pelas estações automáticas do Inmet em menos de um dia. O município chegou à marca de 119 milímetros em apenas 21 horas (das 20h de sábado às 17h deste domingo). O índice representa 78% da média prevista para todo o mês de dezembro. Na Capital, a quantidade de chuva foi menor, de 76 milímetros no mesmo período. No entanto, como a média mensal é menor – de 93,4 milímetros —, o percentual é mais significativo: 81,3%. Porto Alegre também aparece líder em outro aspecto do temporal: registrou a rajada de vento mais forte, no início da noite de sábado, chegando a 129 km/h. Em seguida, aparece Vacaria, com 128 km/h. Depois de São Luiz Gonzaga, as cidades que registraram maior volume de chuva são Campo Bom, com 99 milímetros, Caçapava do Sul (89mm), Quaraí (83mm), e, empatados, Bento Gonçalves e Rio Pardo (81mm). Nesta segunda-feira, o sistema de baixa pressão dá origem a uma frente fria já pela madrugada e ainda provoca chuva no norte e no leste do Rio Grande do Sul. Nas demais áreas, uma massa de ar seco e frio passa a atuar sobre o restante do Estado provocando sensação de frio pela manhã e deixando o tempo firme.
Fonte:ClicRBS

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