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Ufrgs garante segurança de prédio interditado no Campus centro

15/10/2014
A Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) garante, por meio de laudo estrutural, que o Prédio de Sala de Aulas do Campus Centro, em Porto Alegre, é seguro e que as atividades no local podem ser mantidas, mesmo após a Justiça ter determinado a interdição do edifício por falhas estruturais, nesta terça-feira. A instituição também adiantou que vai ingressar na Justiça para liberar o uso da construção. Enquanto as aulas seguem suspensas, a Universidade discute para onde realocar 26 mil alunos do curso de Direito e mais 19 cursos de graduação. O prédio, inaugurado em junho, custou R$ 6 milhões, com verba do governo federal. Em nota, a Ufrgs informou que o problema está localizado na escada principal, que está interditada. Já a escada enclausurada (de incêndio) está sob monitoramento e não oferece risco a integridade física de quem usa o local, sustenta a instituição. A Justiça Federal já havia sido comunicada pela universidade. Em contrapartida, laudos técnicos apresentados pelo Ministério Público Federal (MPF) rebatem os argumentos da Ufrgs e advertem para os riscos estruturais no prédio. Com capacidade para 1,2 mil alunos, a edificação foi entregue pela construtora MTK Construção Civil com irregularidades, incluindo fissuras, trincas, rachaduras em paredes e tetos, desplacamento de revestimento externo, problemas estruturais nas escadas central e de incêndio. O prédio também não dispõe de Alvará de Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndios/APPCI e nem Carta de Habitação/Habite-se da Prefeitura de Porto Alegre. A liminar concedida pela Justiça Federal estabelece que a Ufrgs realoque alunos e professores para outras salas de aula e, caso não cumpra a decisão de interdição do prédio, pague multa diária de R$ 1 mil. A universidade deve ainda realizar vistorias no imóvel a cada três dias e providenciar o Alvará e o Habite-se. Também foi decretada a indisponibilidade dos bens da empresa MTK Construção Civil, que ainda deve reparar as falhas constatadas na obra no prazo de 30 dias sob pena de multa diária de R$ 1 mil, além da suspensão de eventuais pagamentos por conta do serviço prestado. A empresa foi contatada pela reportagem, mas informou que os porta-vozes não estão disponíveis para atender a imprensa.
Fonte:Correio do Povo

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